Nesta quarta-feira (2), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou uma expansão significativa das operações militares na Faixa de Gaza. A medida inclui a ocupação de grandes áreas do território, que serão incorporadas às zonas de segurança do país.
Katz também confirmou um ataque a um edifício da ONU no campo de refugiados de Jabaliya, ao norte de Gaza, que abrigava uma clínica da Agência para Refugiados Palestinos (Unrwa). Segundo as autoridades locais, o ataque resultou na morte de 19 pessoas, incluindo crianças.
O governo israelense justificou a ofensiva como parte de uma estratégia para eliminar combatentes do Hamas e destruir infraestruturas terroristas. Katz reiterou que a devolução dos reféns israelenses é a única forma de encerrar o conflito.
No entanto, a decisão gerou críticas de organizações humanitárias e do Fórum de Famílias de Reféns e Pessoas Desaparecidas, que expressaram preocupação com a segurança dos reféns e o impacto sobre a população civil crise humanitária.
A situação permanece tensa, com protestos em Gaza contra o Hamas e apelos internacionais por um cessar-fogo. Enquanto isso, a comunidade global observa com preocupação os desdobramentos do conflito, que continua a impactar profundamente a vida de milhares de pessoas na região.
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