Análise de Mídia
– 04/04/2025
– Exame divulga que o presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que as tarifas apresentadas pelo presidente americano Donald Trump para os produtos brasileiros, de 10% de alíquota, são menos graves do que o setor esperava e que a taxação poderá ser uma oportunidade para que outros países busquem as commodities brasileiras.
Trump impôs tarifas adicionais no valor de 10% a todas as exportações brasileiras aos EUA. O governo brasileiro diz avaliar possibilidades para “assegurar a reciprocidade no comércio bilateral”.
Assim como o governo brasileiro, Lupion acredita que as respostas comerciais precisam ser dadas com cautela.
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– Folha de S. Paulo informa que o governo Lula (PT) será cobrado pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) durante as ações do chamado Abril Vermelho em razão da lentidão na reforma agrária.
Estará também na mira da bancada ruralista, que se articula no Congresso para tentar reverter oito atos (decretos e portarias, por exemplo) da gestão petista em resposta ao movimento.
O cenário se desenha semanas após Lula realizar a primeira visita a um assentamento do MST em seu atual mandato e o coloca novamente entre a pressão do movimento —importante base social da esquerda e que o apoiou nas eleições de 2022— e do agro —em grande parte avesso ao atual presidente e que pode lhe impor mais uma derrota no Congresso.
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– O Globo traz entrevista com a senadora Tereza Cristina (PP-MS), relatora do projeto de reciprocidade, onde afirma que a nova lei será um instrumento importante, tendo em vista a paralisação da Organização Mundial do Comércio (OMC) e o momento atual com as tarifas alfandegárias do presidente dos EUA, Donald Trump.
Ministra da Agricultura durante o governo Jair Bolsonaro, ela diz que a lei não foi feita para os Estados Unidos, e sim para o mundo todo, lembrando que a ideia surgiu a partir da ameaça de barreiras da União Europeia a produtos do Brasil por questões ambientais.
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– Poder 360 destaca que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve sancionar o projeto de lei que autoriza o Brasil a adotar a chamada reciprocidade tarifária e ambiental no comércio com outros países até 6ª feira (4.abr.2025).
O texto foi aprovado pela Câmara na 4ª feira (2.abr.2025) em votação simbólica. Diante da falta de um arcabouço legislativo mais robusto para enfrentar uma guerra comercial global, o governo passou a apoiar o projeto, que foi relatado no Senado pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura do governo Bolsonaro.
O texto original (íntegra) focava na reciprocidade ambiental. Obrigava que países interessados em vender seus produtos ao Brasil cumprissem os mesmos critérios ambientais brasileiros, como na emissão de gases poluentes.
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– Valor Econômico divulga que com quase nove meses de trabalhos, a comissão especial do Supremo Tribunal Federal (STF) terminou nesta quarta-feira (02) sem uma proposta consensual sobre a Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/23) para demarcação de terras indígenas.
Relatada por Gilmar Mendes, o gabinete do ministro tentou chegar a um acordo para uma proposta de anteprojeto de lei. Gilmar vai decidir se os trabalhos da comissão são ou não prorrogados.
Essa foi a 19ª reunião da comissão que discutiu as propostas do gabinete e da União por cerca de cinco horas.
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– Globo Rural fala que o impacto do tarifaço anunciado nesta quartafeira (2/4) por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, não deve considerar unicamente a aplicação de tarifa mínima de 10% para as importações de origem Brasil, afirmam especialistas ouvidos pelo Valor.
Alguns deles manifestaram preocupação específica com uma eventual “invasão chinesa” no mercado brasileiro, de produtos que seguiriam para os EUA e terão de ser redirecionados.
Outros fatores, como a reação dos demais países que foram alvos de tarifas muito maiores e eventuais negociações com os EUA, além do efeito que as novas alíquotas poderão ter nos preços relativos, podem afetar as relações comerciais brasileiras, apontam economistas.
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– Isto É Dinheiro informa que a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) diz ainda estar “avaliando e estudando” as tarifas de importação anunciadas, nesta quarta-feira (2), pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No caso do Brasil, o presidente norte-americano anunciou tarifas de 10%. “Primeiro vamos entender o anúncio (feito por Trump) para nos pronunciar”, diz a Abiec, por meio da sua assessoria de imprensa.
A Abiec lembra também que, atualmente, a carne bovina brasileira que entra nos Estados Unidos é taxada em 26,4%, caso ultrapasse a cota de 65 mil toneladas, que é distribuída entre dez países.
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– Valor Econômico divulga que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou nesta quinta-feira (3) a indicação de seu antecessor, Arthur Lira (PP-AL), para a relatoria do projeto de lei que prevê ampliar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais.
Poucos minutos depois, o PP, partido de Lira apresentou uma proposta alternativa à do governo para as compensações.
O documento foi entregue a Motta pelo presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI), que foi ministro-chefe da Casa Civil do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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– Folha de S. Paulo destaca que o presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto em todos os cenários de segundo turno das eleições de 2026 testados pela Genial/Quaest e divulgados nesta quinta-feira (3).
Os resultados favoráveis ao petista ocorrem mesmo com a popularidade de seu governo em queda. A mesma pesquisa da Genial/Quaest, que teve parte dos dados divulgada na quarta (2), mostrou que 41% dos brasileiros avaliam negativamente o governo, contra 27% que têm avaliação positiva.
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– Coluna do Estadão informa que o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que as defesas do expresidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados, réus no STF, tenham acesso integral aos processos a que respondem na Corte.
No último dia 20, as defesas dos bolsonaristas pediram uma intervenção “urgente” da OAB contra “ilegalidades” de Moraes, relator das ações judiciais do 8 de janeiro.
Na reunião, Simonetti entregou a Moraes um documento de quatro páginas, em que defendeu o direito de advogados terem acesso integral aos autos e prazos adequados para defender os réus.
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