O Bolsa Família, um dos principais programas sociais do Brasil, continua a desempenhar um papel crucial no apoio às famílias de baixa renda. Em abril de 2025, os pagamentos começam no dia 15, com beneficiários que possuem o Número de Identificação Social (NIS) final 1 sendo os primeiros a receber. O cronograma de depósitos se estende até o dia 30, quando aqueles com NIS final 0 recebem seus benefícios.
Além do pagamento regular, parte dos beneficiários também será contemplada com o auxílio-gás, uma medida destinada a aliviar o impacto do preço do gás de cozinha no orçamento das famílias mais vulneráveis. Este auxílio é pago em meses pares e corresponde a 100% do valor médio nacional do botijão de gás de 13kg, conforme divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Como funciona o Bolsa Família?

O Bolsa Família é um programa que visa garantir uma renda mínima para famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. O valor básico recebido por cada família é de R$ 600, podendo haver acréscimos dependendo da composição familiar. Por exemplo, mães de bebês de até 6 meses recebem um Benefício Variável Familiar Nutriz de R$ 50 por seis meses. Famílias com gestantes ou filhos entre 7 e 18 anos também recebem um adicional de R$ 50, enquanto aquelas com crianças de até 6 anos recebem R$ 150 a mais.
Para ser elegível ao programa, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. A renda total da família é somada e dividida pelo número de integrantes para determinar a elegibilidade. Além disso, os beneficiários devem cumprir algumas condições, como manter crianças e adolescentes na escola, realizar acompanhamento pré-natal no caso de gestantes e manter as carteiras de vacinação atualizadas.
Quem pode receber o Bolsa Família?
Para receber o Bolsa Família, a principal regra é que a renda mensal familiar por pessoa não ultrapasse R$ 218. Isso significa que a soma da renda total da família, dividida pelo número de membros, deve resultar em um valor igual ou inferior a esse limite. Por exemplo, em uma família de sete pessoas onde um membro recebe um salário mínimo de R$ 1.518, a renda per capita seria de R$ 216,85, tornando-a elegível para o programa.
Além do critério de renda, os beneficiários devem cumprir requisitos como a frequência escolar das crianças e adolescentes, o acompanhamento pré-natal para gestantes e a atualização das carteiras de vacinação. Esses critérios visam garantir que as famílias não apenas recebam apoio financeiro, mas também tenham acesso a serviços essenciais de saúde e educação.
Como se inscrever e sacar o benefício?
Para se inscrever no Bolsa Família, é necessário estar registrado no Cadastro Único (CadÚnico), que é a porta de entrada para diversos programas sociais do governo federal. A inscrição no CadÚnico pode ser feita nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) das prefeituras. Contudo, estar no CadÚnico não garante automaticamente a entrada no Bolsa Família, pois o cadastro precisa ser avaliado.
Os beneficiários podem acessar os valores do Bolsa Família através do aplicativo Caixa Tem, que permite movimentar o dinheiro sem a necessidade de ir a uma agência da Caixa Econômica Federal. O aplicativo também oferece a opção de utilizar um cartão virtual para compras em estabelecimentos comerciais e realizar saques em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes bancários.
Por que o Bolsa Família é importante?
O Bolsa Família desempenha um papel fundamental na redução da pobreza e na promoção da inclusão social no Brasil. Ao fornecer uma renda mínima, o programa ajuda a garantir que as famílias tenham acesso a necessidades básicas, como alimentação, saúde e educação. Além disso, ao exigir contrapartidas como a frequência escolar e a vacinação, o programa incentiva o desenvolvimento humano e a quebra do ciclo de pobreza entre gerações.
Em tempos de desafios econômicos, como o aumento dos preços dos alimentos e do gás de cozinha, o Bolsa Família e o auxílio-gás se tornam ainda mais essenciais para as famílias de baixa renda. Esses programas não apenas fornecem suporte financeiro, mas também contribuem para a estabilidade social e econômica do país.
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