
Esquadrão tem adotado rodízio no elenco em meio à maratona de partidas
O Bahia vive um ano histórico e, consequentemente, de calendário cheio. Para além do acréscimo da Copa Libertadores na rota, a equipe do técnico Rogério Ceni segue viva em outras três competições. Em entrevista coletiva após o triunfo diante do Ceará, que rendeu classificação antecipada na Copa do Nordeste, o comandante tricolor avaliou desafios pela frente.
“Tem que dar dia de descanso, no outro faz treino leve. E, no terceiro, não dá para treinar pesado. A gente não está conseguindo treinar, na verdade. Precisamos de uma semana livre para recuperar os jogadores. Nós vamos sofrer e dependemos do entrosamento, dedicação de cada um, boa alimentação e reposição. Não tem parada”, disse o treinador.
“Vai ser sofrido. E olha que vão ser jogos mais pesados ainda. O que me deixa preocupado é que dos 11 jogadores (que jogaram contra o Ceará), oito ou nove acabaram com um pouco de cãibra, cansados. Acho que devido ao tempo curto. É algo que preocupa até junho. Os jogos da Libertadores são pesados e o Brasileiro exige muito”, acrescentou.

Foto: Letícia Martins/EC Bahia
Sequência do Bahia no ano
A missão do Esquadrão, de fato, será intensa. Pela frente, além da estreia na Série A, contra o Corinthians, no próximo domingo (30), na Arena Fonte Nova, a equipe tricolor também tem o Internacional, na quinta (3), em duelo pela primeira rodada da fase de grupos da Libertadores. Em seguida, visita o Santos, novamente pelo Brasileiro, na Vila Belmiro.