Federações trapalhonas

Quando o Tribunal Superior Eleitoral, tendo como objetivo diminuir a quantidade de coligações partidárias destinadas a arranjos partidários optou pela implantação de Federações Partidárias, o objetivo, ao que se saiba era dos mais elogiáveis para iniciar um momento político marcado pela extinção de sigla vazias e inúteis. Com as federações estabelecidas, teríamos o caminho aberto para o desaparecimento de imitações de micropartidos, criando-se condições para o retorno ao período político-eleitoral onde pontificaram o PSD, UDN, PSP, PTB e PDC, desfeitos com o retrocesso militar, que resultou na criação desenfreada de agremiações que transformaram o nosso Sistema Eleitoral numa imensa e confusa feira de votos. Entretanto, a expectativa dos teóricos do TSE frustrou-se por alguns motivos. Um deles, a exigência de federados em ter sua sigla predominando no título da nova organização. Isso, sem se falar na ausência de harmonia entre os confederados. O pior, entretanto, é a maneira como determinados partidos assumem posições dominantes. São vários os exemplos que terminam por criar dificuldades em relação às alianças regionais. Grande parte das nossas lideranças não sabe como devem se comportar com a expectativa da federação União Brasil – Progressistas. No seu cerne a aliança seria oposição em nível federal, mas no Ceará a maioria das duas siglas integram por baixo do pano o bloco de apoio do governador Elmano de Freitas.

Contra o terror. Autoridades revelam-se preocupadas com a questão da Segurança Pública no estado com a criminalidade vencendo a batalha do medo, desafiando a gestão Elmano de Freitas que não sabe como controlar o avanço da violência no Ceará. O pronunciamento do desembargador Raimundo Nonato Silva Santos, inteiramente dentro do contexto, deixa clara a fragilidade dos órgãos de segurança para conter o avanço terrorista que está ameaçando toda a população do estado vitimada pelo clima de faixa de Gaza nos seus quatro pontos cardeais.

Parlamento e OAB. O presidente do Tribunal Regional Eleitoral fez uma cobrança de quem conhece os meandros da lei e sabe que as varas especiais aprovadas pelo Poder Legislativo não foram acionadas para apressar a ação repressora do estado. Quando a crítica vem de dentro dos muros da cidadela governamental, está evidente que a Corte Eleitoral antecipou-se no cumprimento de um dever cívico de proteção à sociedade pelo silêncio comprometedor dos representantes do povo no Parlamento estadual, e da Ordem dos Advogados do Brasil Secção do Ceará, calando vozes que deveriam proteger a cidadania.
Rumo ao TCU. O deputado Danilo Forte, um dos melhores da nossa representação em Brasília, está disputando a indicação da Câmara dos Deputados para TCU, com grandes chances. É preparado e merece.
Auxílio ilegal. Não está causando admiração nem espanto a maneira como o TCU e outras instituições federais estão se empenhando no sentido de desmontar o ninho de benefícios ilegais e fraudulentos, criados por ocasião da pandemia do COVID-19. Por conta do desemprego e outros motivos, milhões de pessoas passaram a ser beneficiadas com motivações políticas graças às fraudes que assolaram o país.
Mulheres endividadas. Segundo pesquisa recente realizada pela Confederação Nacional do Comércio e a SERASA, 79% dos endividamentos familiares do país são das mulheres que assumem a responsabilidade de chefes de família. Por conta disso, cresce entre as entidades de Proteção à família, o desenvolvimento de um esforço nacional pelo aumento dos ganhos das mulheres nessas condições.
Tema prioritário. O presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, assinou, na “Casa da Indústria” importante Memorando de Entendimento Comercial com o Conselho Chinês p/ Promoção do Comércio Internacional. O documento foi assinado junto com o chefe da representação chinesa.
Café sem André. Que os deputados da oposição não convidem o deputado André Fernandes para o Café da Manhã por eles programado todas as semanas é compreensível. O Bolsonarista não respeita nem “sarau” para criticar o governo. E esse não é o sentido desses mini conclaves.
Ajuda valiosa. Ainda em relação aos problemas de combate à criminalidade, Elmano Freitas tem amplos motivos para ser grato ao presidente Lula que, por ocasião de sua presença em Fortaleza, assegurou tudo o que ele necessitar para uma guerra total aos malfeitores.
Arma legal. Na ALECE, quando o bloco de oposição se preparava para disparar uma metralhadora giratória de ataques do governador Elmano de Freitas, a Sessão foi cancelada à falta de número, para revolta dos parlamentares oposicionistas. Entretanto, segundo esclareciam os líderes do Governo, a bancada fez uso de um recurso legal, ou seja, levantar a sessão em casos dessa natureza. Mas, a turma queria pauleira.
Alvo sério. Em sua viagem internacional, o presidente Lula e sua comitiva e sua caravana de políticos e de ministros justificam a prioridade dada ao Japão, principalmente no que diz respeito ao comércio exterior, ameaçado pela política de Trump. O Brasil, além da venda de carne, visa tornar sólido o comércio com o gigante oriental, fazendo a ponte entre os países do Mercosul e ele, o que seria bom para todos.

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