F1: a estratégia da Heineken para contratar Max Verstappen

Max Verstappen, tricampeão mundial de Fórmula 1, tornou-se recentemente embaixador da Heineken, após negociações acirradas com uma empresa rival. A gigante holandesa de bebidas conseguiu assegurar a parceria e trazer o piloto para promover sua linha “0.0”, oferecendo uma proposta irrecusável.

O anúncio deste acordo foi revelado durante o documentário Off the Beaten Track, produzido pela Viaplay. Bram Westenbrink, diretor de comunicação da Heineken, compartilhou os desafios e a tensão enfrentada pela equipe para garantir que Verstappen se tornasse o rosto da linha de cervejas sem álcool da marca em 2023.

Max Verstappen: embaixador da Heineken

A busca por um embaixador para a linha “0.0” foi estratégica. “Normalmente patrocinamos apenas competições como a Liga dos Campeões ou a F1”, comentou Westenbrink. No entanto, a necessidade de um representante que personificasse os valores e a inovação da Heineken fez com que a empresa tomasse um caminho diferente.

Por que a Heineken escolheu Max Verstappen?

No momento da negociação, Verstappen estava em tratativas com outra grande marca, rival direta da Heineken. Isso preocupou a equipe liderada por Westenbrink, que reconheceu a urgência da situação. “Naquela época, a Red Bull estava conversando com um rival nosso. Quando descobrimos que as negociações eram realmente sérias, entramos em pânico”, confessou o diretor.

Para garantir o sucesso, a Heineken precisou modificar sua política interna e agir com rapidez. O plano de ação envolveu uma reorganização interna e um esforço colaborativo para apresentar uma oferta robusta a Max. Um contrato foi firmemente estabelecido, com cuidado para manter os detalhes financeiros em sigilo.

Salário milionário na Red Bull

Atual tricampeão mundial, o holandês Max Verstappen é o piloto mais bem pago da Fórmula 1 em 2024. Para manter o talento de Verstappen, a Red Bull paga US$ 70 milhões (R$ 395 milhões) por ano.

Como a Heineken conseguiu fechar o acordo com Max Verstappen?

A marca teve que ser ágil e estratégica para neutralizar a proposta da empresa concorrente. “Tivemos que agir com extrema rapidez e, normalmente, essas coisas levam muito tempo”, explicou Westenbrink. Com um compromisso sólido e uma abordagem direta, a Heineken assegurou a parceria, marcando uma vitória significativa no competitivo mundo dos patrocínios esportivos.

As razões por trás do segredo da negociação

Apesar do sucesso em firmar o contrato, os valores envolvidos nunca foram divulgados. Raymond Vermeulen, empresário de Verstappen, e a própria Heineken mantiveram silêncio sobre as quantias envolvidas. Westenbrink, em tom humorado, relatou que sempre brinca com Vermeulen: “Eu primeiro digo a ele no WhatsApp: ‘Espero que você não me peça mais dinheiro!’”

A parceria entre Max Verstappen e a Heineken promete ser uma colaboração frutífera, unindo o prestígio do piloto ao alcance global da marca. Esse movimento estratégico não só fortalece a posição da Heineken no mercado de bebidas sem álcool, como também destaca o valor de ter um dos maiores nomes da F1 como embaixador.

  • Verstappen promove linha “0.0” da Heineken
  • Negociações intensas com rival ameaçaram acordo
  • Heineken agiu rapidamente para assegurar parceria
  • Detalhes financeiros do contrato mantidos em segredo

Com a segurança de ter Verstappen como embaixador, a Heineken continua a destacar-se no cenário internacional, sempre em busca de inovações e parcerias que refletem seus valores e sua visão de mercado. Max Verstappen, por sua vez, adiciona mais um patrocínio de peso ao seu currículo, evidenciando sua habilidade dentro e fora das pistas.

O post F1: a estratégia da Heineken para contratar Max Verstappen apareceu primeiro em Monitor do Mercado.

Adicionar aos favoritos o Link permanente.